terça-feira, 2 de agosto de 2011

Relaxamento e exercício juntos?

Descanso e relaxamento. Os dois nem sempre andam juntos, mas a atividade física pode dar fim ao stress e a ansiedade,  ajudando a relaxar.
Os exercícios aeróbicos regulares trazem mudanças notáveis ​​para o corpo, metabolismo,  coração e mente, além de dissipar o estresse. 

Mas c
omo os exercícios podem ajudar com a ansiedade? Existem várias explicações, algumas químicas, outras comportamentais.
Os benefícios mentais dos exercícios aeróbicos têm uma base neuroquímica. Exercício reduz os níveis de hormônios do corpo ao estresse, tais como adrenalina e cortisol. Também estimula a produção de endorfinas, substâncias químicas no cérebro que são analgésicos naturais do corpo e que elevam o humor.
Fatores comportamentais também contribuem para os benefícios emocionais do exercício.:ao diminuir sua cintura e aumentar a força e resistência, sua auto-imagem vai melhorar. Você vai ganhar um senso de domínio e controle, de orgulho e auto-confiança.
Exercício também é diversão. Quando seu corpo está ocupado, sua mente se distrai das preocupações da vida diária e está livre para pensar criativamente.
Mesmo uma simples caminhada de 20 minutos pode limpar a mente e reduzir o estresse.

Os mesmos exercícios de alongamento que ajudam a relaxar os músculos após um treino, ajudam a relaxar a sua mente.
Aprendendo a relaxar os músculos, você será capaz de usar seu corpo para dissipar o stress.
O relaxamento muscular progressivo se concentra numa seqüência com os  principais grupos musculares: contraia cada músculo, mantendo contraido por 20 segundos antes de liberá-lo lentamente. Como o músculo relaxa, concentre se na liberação da tensão e na sensação de relaxamento.

Use esta sequência:

Testa: mantenha a testa e as sobrancelhas contraidas. Segure, então relaxe.
Olhos: Feche os olhos com força. Segure, então relaxe.
Língua: Empurre a sua língua firmemente contra o céu da boca. Segure, então relaxe.
Rosto: Faça uma careta. Segure, então relaxe.
Dentes: Cerre os maxilares com força. Segure, então relaxe.
Pescoço: Tensione seu pescoço, puxando o queixo para baixo para seu peito. Segure, então relaxe.
Peito: Inspire o mais profundamente possível. Segure, então relaxe.
Estômago: Contraia os músculos do estômago. Segure, então relaxe.
Nádegas e coxas: Contraia suas nádegas e músculos da coxa. Segure, então relaxe.
Antebraços e mãos: Tensione seus braços e cerre os punhos. Segure, então relaxe.
Tornozelos e pés: Puxe seus dedos do pé para cima. Segure, então relaxe.

Este relaxamento deve levar de 12 a 15 minutos. Praticando duas vezes por dia, você irá dominar a técnica e terá um provável alívio de estresse em aproximadamente duas semanas.

Fonte: Harvard Medical School

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Comer consciente pode ajudar na perda de peso

Um grupo de pesquisadores sugere que uma maneira mais lenta e reflexiva de comer pode ajudar com problemas de peso
Esta abordagem alternativa está sendo chamada de "comer consciente."
É baseada no conceito budista de consciência, que envolve estar plenamente consciente do que está acontecendo dentro e em torno de você no momento.
A atenção plena no ato de comer, inclui perceber as cores, cheiros, sabores e texturas de seu alimento. Também mastigar lentamente, se livrando de distrações como televisão ou leitura.

Conexão mente-digestão: a digestão envolve uma complexa série de sinais hormonais entre o intestino e o sistema nervoso, e leva cerca de 20 minutos para o cérebro registrar a saciedade (plenitude). Se alguém come rápido demais, a saciedade pode ocorrer somente depois de comer compulsivamente. Existem razões para acreditar que comer enquanto estamos distraídos,  por atividades como dirigir ou digitar,  pode retardar a digestão.  E se não estamos digerindo bem, podemos estar perdendo o valor nutritivo dos alimentos que estamos consumindo.

Especialistas sugerem começar gradualmente com a alimentação consciente: comer uma refeição por dia ou semana de uma forma mais lenta e com maior atenção.

Algumas dicas (e truques) que podem ajudar você a começar:

1. Defina um tempo de 20 minutos para comer uma refeição de tamanho normal.

2. Tente comer com a mão não-dominante. Se você é destro, segure o garfo na mão esquerda ao levantar o alimento para sua boca.

3. Comer em silêncio durante cinco minutos, pensando sobre o que levou a produzir essa refeição, desde os raios do sol, ao agricultor, a mercearia e o cozinheiro.

4. Dê pequenas mordidas e mastigue bem.

5. Antes de abrir a geladeira ou armário, tomar fôlego e se perguntar: "Estou realmente com fome?" Quem sabe faça outra coisa, como ler ou praticar uma curta caminhada.

fonte: Harvard Medical School

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quarta-feira, 1 de junho de 2011

FundaMental, versão impressa, circulando a partir de 01 de junho de 2011

É com satisfação que estamos divulgando a FundaMental a partir de 01 de junho.
Através deste blog ou do Guia impresso você poderá conhecer um pouco mais do que pensamos ser fundamental.
Conheça nosso trabalho. Participe, leia, dê sua opinião.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

O que é FundaMENTAL para ser feliz?

O ser humano nasce na condição de ser livre sobre todas as suas atitudes e nas  relações com as pessoas. A partir das suas vivências interage com o outro: assim passa a ver o mundo, a julgar e a conduzir sua vida no meio em que vive.
  Somos aquilo que vivemos, vemos e julgamos. Através das nossas ações temos uma percepção do nosso mundo e no que acreditamos.
  O que define o que nós somos? A nossa família, escolaridade, as nossas realizações ou o julgamento dos outros sobre nós? Isto nos leva a pensar sobre o que acreditamos e fizemos em nossa vida a buscar a tão esperada Felicidade.
  Felicidade nos leva a uma série de paradoxos, implicando as diversas questões sociais e regras em que vivemos como sociedade. O que faz a vida valer a pena é a diversidade das coisas vistas, conhecidas e tentadas.

Saber viver com as complexidades das emoções e dos sentimentos é uma sabedoria ou podemos dizer 
que é a maturidade. 
O ideal é o encontro do seu próprio equilíbrio e bem-estar psicológico. 

  Não nos modificamos em quatro paredes com um livro de auto-ajuda nas mãos. Nos modificamos no encontro com o outro, na interação com as pessoas. A partir da nossa maturidade desenvolvemos um senso crítico sobre as coisas e um julgamento reflexivo sobre a nossa vida.
  Portanto, envelhecemos como vivemos, não importando a quantidade de anos que somamos, mas o que fizemos para estes anos serem vividos com plena satisfação e realização pessoal. A vida pode ser mais simples que parece SER....

Daniela Henkel Blauth - Psicóloga *Núcleo de Atendimento Psicológico- NAP